O plano

 [ETAPA 1] – Construindo a VISÃO

#1. Creio que o mercado de saúde esta passando por maus bocados. Há uma quantidade massiva de promessas milagrosas que tem como objetivo apenas vender, empurrar produtos. Nossa abordagem é pautada em ciência de altíssima qualidade. Tenho uma formação sólida, sou mestre pela UFVJM, pós graduado em diversas instituições serias do brasil, participo de congressos como ouvinte ou palestrante com frequência, atuo com pctes com dores crônicas desde 2009, mas desde 2006 me interesso por neurociência. Esse respaldo na ciência traz dois benefícios. 1. benefício técnico: fazemos o que é preciso ser feito e nada além o que gera o benefício para o pcte e 2. isso corta custos. Trabalhamos com o conceito de saúde baseada em valor. Ofertamos a máxima qualidade ao mercado por um justo preço que pode e deve ser aferido pela fonte pagadora.

Nossos pctes costumam ter uma tríplice perda: 1 autonomia, 2 pertencimento 3 justiça. Tentamos reestabelecer esse tripé, naturalmente observando antes o que por ventura está mais frágil. Naturalmente o tratamento de dor é multidisciplinar (embora isso seja caro aqui no brasil), e embora seja apenas eu, um fisioterapeuta clínico da dor, na linha de frente, tenho duas vantagens. 1 sou articulado com os melhores profissionais do brasil (dentro e fora dele) 2 tenho formações complementares que me direcionam para processos de encaminhamento de forma muito precisa.

Demorei anos para mudar alguns paradigmas meus e não imagino que a sociedade que eu vivo se molde rápido a essa visão nova de saúde (embora estejamos falando de dores crônicas eu oferto possibilidades de gerenciamento em saúde, em geral saúde musculoesquelética), mas não posso aceitar isso passivamente. Precisamos jogar a frente dos problemas que são possíveis de ser rastreados e dentro do que for possível modificá-los. Um indivíduo que cuida de si tem força para cuidar de outros. Preciso mudar alguma parcela das coisas pois cada vez mais terceiriza-se o cuidado. A ideia aqui não é ser um cuidador, mas sim um orientador para o cuidado para consigo. Preciso mostrar os caminhos (opções) para as pessoas serem gentis consigo mesmas, nessa sociedade de aparência, de ansiedade.

Se for lembrando em dez anos como alguém que lutou contra um status quo ante do adoecimento social ficarei honrado. Talvez consiga mudar muito pouco, mas gostaria também de ser lembrado como alguém que tentou fazer algo, que cumpriu com seu juramento de cuidado do próximo e nunca fazer mal a alguém. Pense: se eu prometo milagres, eu mexo com a expectativa de alguém e se esta não é atendida eu crio um mal. Mas também seria interessante em ser lembrado como alguém que pode ajudar sem ser oneroso ao bolso das pessoas, entregando bastante sem ser um peso ou transtorno na vida daqueles que realmente precisam.

É necessário estudo profundo do fenômeno doloroso e não posts de Instagram para entender a complexidade da dor. São anos de estudo e refino de abordagens para chegar em algum lugar de relativo conforto intelectual. Entregar ciência forte e ao mesmo tempo acolhimento apara essas pessoas que sofrem. Alias a técnica refinada como uma experiência humanizada e humanizadora.


Resposta:

Resumo do Impacto que Deseja Causar

  • Combater promessas milagrosas e práticas antiéticas no mercado da saúde.

  • Oferecer ciência de altíssima qualidade: respaldo técnico, formação sólida, atualização contínua, ética e custo justo.

  • Restaurar três pilares nos pacientes: autonomia, pertencimento e justiça, com abordagem centrada na pessoa.

  • Atuação baseada em valor: máxima qualidade a preço justo, com mensuração clara de resultados.

  • Rede de colaboração com profissionais de excelência e encaminhamentos precisos.

  • Promover mudança de paradigma: incentivar o autocuidado, romper com a terceirização da saúde.

  • Ser lembrado como agente de mudança social, alguém que lutou contra o status quo, cumpriu seu juramento, entregou valor sem onerar quem mais precisa.

  • Acolhimento + ciência de ponta: técnica refinada aliada à experiência humanizada.


Sugestões de Frase para a VISÃO

(sinta-se livre para ajustar, juntar ou misturar)

“Ser referência nacional em cuidado não farmacológico e ético das dores crônicas, promovendo autonomia, pertencimento e justiça aos pacientes, por meio de ciência robusta e acolhimento genuíno, ajudando a transformar a forma como a sociedade lida com o fenômeno doloroso.”

“Transformar o cenário do tratamento das dores crônicas no Brasil, mostrando que é possível entregar excelência técnica e acolhimento, com valor real, sem promessas vazias, impactando positivamente pacientes, colegas e a sociedade.”

“Redefinir o cuidado em dor crônica, restaurando autonomia, pertencimento e justiça aos pacientes, através de práticas baseadas em ciência forte, ética e colaboração, tornando o autocuidado acessível e sustentável.”

“Ser lembrado como um agente de mudança, que combateu o charlatanismo e promoveu uma abordagem honesta, acessível e profundamente humana para o tratamento das dores crônicas e o cuidado com a saúde.”


“Redefinir o tratamento em dor crônica, restaurando autonomia, pertencimento e percepção de justiça aos pacientes, através de práticas baseadas em ciência de alta qualidade, ética e colaboração interdisciplinar, tornando o autocuidado acessível e sustentável.” (VISÃO)


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Passo 1: Perguntas para Construção da Missão

#2
Sou reconhecido por meus processos de avaliação minuciosos. Esse processo é lento, calmo e talvez o mais importante de todos os encontros, pois nele consigo classificar o pcte, avaliar as categorias e as subcategorias de dores crônicas em que ele está, mesmo que momentaneamente inserido. Em contra partida, embora parece ser um posso de tecnicismo, minhas abordagens são amplamente conhecidas por serem humanizadas. Outro fator é que sempre tenho formas interessantes pra o pagamento. Os clientes tem a liberdade de escolher a melhor forma. Curiosamente as pessoas ainda me associam, antes de me conhecer em ação, ao modelo velho da fisioterapia, onde pessoas iam as clinicas 3 ou até 5 vezes por semana. No meu serviço eu eo pcte nos vemos poucas vezes. tudo é programado para que possa haver planejamento de tempo e financeiro. Uma avaliação (primeira consulta) não dura menos que 2h. Para ser exato ela não tem tempo definido. E os atendimentos levam 90 minutos em média. Tudo feito com calma no melhor estilo slow food.

Meu direcionamento é para a população em geral. Não há distinção para tratar dores crônicas por sexo ou idade. eu apenas seguimento pessoas que tenham pelo menos 14 anos, mas exceções podem ser abertas. Eu trabalho com todas as subcategorias de dor. Segue abaixo

1-4.2.2 - SDCR I
1-4.2.3 - Cefaleia Crônica ou dor orofacial
1-4.2.3.1 - Enxaqueca crônica
1-4.2.3.2 - Cefaleia tensional crônica
1-4.2.3.3 - Cefaleias autonômicas trigeminais
1-4.2.3.4 - DTM crônica
1-4.2.3.5 - Dor crônica na boca em queimação 
1-4.2.3.6 - Dor orofacial primária crônica 
1-4.2.4 - Dor Visceral crônica primária
1-4.2.4.2 - Síndrome de dor epigástrica crônica primária
1-4.2.4.3 - Síndrome do Intestino Irritável 
1-4.2.4.4 - Síndrome de dor abdominal crônica primária
1-4.2.4.5 - Síndrome de dor na bexiga crônica primária 
1-4.2.4.6 - Síndrome da dor pélvica crônica primária 
1-4.2.5 - Dor musculoesquelética crônica primária EXCETO DOR OROFACIAL

2 - DCS relacionada ao câncer
2-4.2.1 - Dor crônica relacionada ao câncer
2-4.2.1.1.1 - Dor oncológica  crônica visceral
2-4.2.1.1.2 - Dor crônica do câncer ósseo
2-4.2.1.1.3 - Dor oncológica Neuropática
2-4.2.1.1.4 - Outras dores oncológicas crônicas
2-4.2.2 - Dor crônica no tratamento pós câncer
2-4.2.2.1 - Dor crônica pós câncer com medicamentos
2-4.2.2.1.1 - Polineuropatia dolorosa crônica induzida por quimioterapia|***
2- 4.2.2.2 - Dor crônica pós radioterapia
2- ***|Neuropatia dolorosa crônica induzida por radiação|***
2-4.2.2.3 - Dor crônica pós cirurgia oncológica
2-4.2.2.4 - Outras dores crônicas no tratamento pós câncer

3 - DCS pós cirúrgica ou traumática
3-4.2.1.1 - Dor crônica após amputação
3-4.2.1.2 - Dor crônica após cirurgia de coluna
3-4.2.1.3 - Dor crônica após toracotomia
3-4.2.1.4 - Dor crônica após cirurgia de mama
3-4.2.1.5 - Dor crônica após herniotomia
3-4.2.1.6 - Dor crônica após histerectomia
3-4.2.1.7 - Dor crônica após artroplastia
3-4.2.1.8 - Outra dor pós cirúrgica crônica e especificada
3-4.2.2 - Dor crônica pós-traumática
3-4.2.2.1 - Dor Crônica pós queimaduras
3-4.2.2.2 - Dor crônica após lesão de nervo periférico ou dor crônica após lesão do sistema nervoso central
3-4.2.2.3 - Dor associada a lesões cervicais
3-4.2.2.4 - Dor crônica após lesão musculoesquelética
3-4.2.2.5 - Outra dor pós-traumática crônica e especificada

4 - DCS visceral
4-4.2 - Dor visceral crônica secundária
4-4.2.1 - Dor visceral crônica secundária a inflamação persistente
4-4.2.1.1 - Dor visceral crônica secundária à infamação cabeça e pescoço
4-4.2.1.2 - Dor visceral crônica secundária à infamação região torácica
4-4.2.1.3 - Dor visceral crônica secundária à infamação região abdominal 
4-4.2.1.4 - Dor visceral crônica secundária à infamação região pélvica 
4-4.2.2 - Dor visceral crônica secundária à mecanismos vasculares 
4-4.2.2.1 - Dor visceral crônica secundária à mecanismos vasculares na cabeça e pescoço
4-4.2.2.2 - Dor visceral crônica secundária à mecanismos vasculares região torácica
4-4.2.2.3 - Dor visceral crônica secundária à mecanismos vasculares região abdominal
4-4.2.2.4 - Dor visceral crônica secundária à mecanismos vasculares região pélvica
4-4.2.3 - Dor visceral crônica secundária a fatores mecânicos
4-4.2.3.1 - Dor visceral crônica secundária a fatores mecânicos na cabeça e pescoço 
4-4.2.3.2 - Dor visceral crônica secundária a fatores mecânicos na região torácica 
4-4.2.3.3 - Dor visceral crônica secundária a fatores mecânicos na região abdominal
4-4.2.3.4 - Dor visceral crônica secundária a fatores mecânicos na região pélvica
4-4.2.4 - Outras dores viscerais crônicas secundárias

5 - DCS musculoesquelética
5-4.2.1 - Dor musculoesquelética crônica secundária por inflamação persistente
5-4.2.1.1 - Dor musculoesquelética crônica secundária decorrente de inflamação persistente devido a infecção
5-4.2.1.2 - Dor musculoesquelética crônica secundária decorrente de inflamação persistente devido a deposição de cristais
5-4.2.2 - Dor musculoesquelética crônica secundária associada à alterações estruturais
5-4.2.2.1 - Dor musculoesquelética crônica associada à osteoartrite 
5-4.2.2.2 - Dor musculoesquelética crônica associada à espondilose
5-4.2.2.3 - Dor Crônica após lesão musculoesquelética
5-4.2.3 - Dor Crônica secundária devido a doenças do sistema nervoso
5-4.2.3.1 - Dor musculoesquelética crônica secundária associada à doença de Parkinson
5-4.2.3.2 - Dor musculoesquelética crônica secundária associada à Esclerose múltipla
5-4.2.3.3 - Dor musculoesquelética associada a doença neurológica periférica
5-4.2.4 - Outras dores musculoesqueléticas crônicas secundárias 

6- Dor Neuropática crônica
6-4.1 - Dor neuropática crônica
6-4.1.1 - Dor neuropática periférica crônica
6-4.1.1.2 - Dor neuropática crônica após lesão de nervo periférico 
6-4.1.1.3 - Polineuropatia dolorosa
6-4.1.1.4 - Neuralgia pós herpética
6-4.1.1.5 - Radiculopatia Dolorosa
6-4.1.1.6 - Outras dores neuropáticas periféricas crônicas especificadas e não especificadas 
6-4.1.2 - Dor neuropática crônica central
6-4.1.2.1 - Dor neuropática central associada à lesão medular
6-4.1.2.2 - Dor neuropática central associada a lesão cerebral 
6-4.1.2.3 - Dor neuropática central pós-AVC 
6-4.1.2.4 - Dor Neuropática central crônica causada por Esclerose Múltipla 
6-4.1.2.5 - Outras dores neuropáticas centrais crônicas especificadas ou não especificadas

7 - CC DOF
7-4.1.1 - Cefaleia primária crônica
7-4.1.2 - DOF primária crônica
7-4.2 - Cefaleia ou DOF secundária crônica
7-4.2.1 - Cefaleia ou DOF crônica pós traumática
7-4.2.2 - Cefaleia crônica ou DOF atribuída a distúrbio vascular craniano ou cervical
7-4.2.3 - Cefaleia ou DOF crônica atribuída a distúrbio intracraniano não vascular
7-4.2.4 - Dor de cabeça crônica atribuída a uma substância ou abstinência
7-4.2.5 - Cefaleia crônica ou DOF atribuída a infecção
7-4.2.6 - CC ou DOF atribuída a distúrbios da homeostase ou ao seu tratamento não farmacológico
7-4.2.7 - CC ou DOF atribuída a distúrbios do crânio, pescoço, olhos, ouvido, nariz, seios da face, dentes, bocas ou estruturas faciais ou cervicais
7-4.2.8 - Dor dentária crônica
7-4.2.9 - Dor Orofacial neuropática crônica
7-4.2.10 - Dor crônica secundária a DTM
7-4.2.11 - Outras cefaleias secundárias crônicas ou dores de orofaciais especificadas e não especificadas

Nunca abro mão da ciência e da humanização do tratamento. Oriento os pctes as possibilidades que creio serem as melhores. E nós escolhemos juntos essas possibilidades. Me baseio no tripé: melhor evidência científica disponível, minha expertise e as preferências do pcte...isso é prática baseada em evidências.

Resposta:

Síntese dos Pontos-Chave para a MISSÃO

1. O que faz de diferente?

  • Avaliação minuciosa, sem pressa e sem tempo pré-definido, focada em classificar subtipos e causas da dor crônica.

  • Atendimento humanizado, apesar do alto rigor técnico.

  • Flexibilidade nas formas de pagamento.

  • Atendimento planejado para ser eficiente: poucos encontros, foco na autonomia do paciente (contraste ao modelo antigo de múltiplas sessões semanais).

  • Consulta inicial longa e detalhada, atendimento de qualidade estilo "slow food".

  • Orientação conjunta de tratamento, com base na melhor evidência científica, experiência clínica e preferência do paciente (prática baseada em evidências).

2. Público-alvo:

  • População em geral, sem distinção de sexo, faixa etária a partir de 14 anos (com exceções).

  • Todos os subtipos e categorias de dor crônica (mostrou amplo domínio nas classificações).

3. Valores:

  • Ciência e humanização como princípios inegociáveis.

  • Decisão compartilhada: paciente participa ativamente das escolhas de tratamento.

  • Prática baseada em evidências (tríplice: ciência, experiência, preferência do paciente).


Sugestão de MISSÃO – Primeira Versão

"Oferecer atendimento especializado e humanizado para pessoas com dor crônica, realizando avaliações minuciosas e tratamentos baseados nas melhores evidências científicas, com planejamento individual e decisões compartilhadas, promovendo autonomia e bem-estar de forma ética, acessível e sustentável."

"Restaurar a qualidade de vida de pessoas com dor crônica, por meio de uma abordagem única: avaliação detalhada, prática clínica humanizada e escolha conjunta das melhores estratégias, sempre fundamentadas na ciência, na experiência clínica e nas preferências do paciente."

"Cuidar de pessoas com dor crônica, promovendo autonomia, acolhimento e justiça, através de avaliações aprofundadas, atendimento planejado e decisões baseadas em evidências, garantindo que cada etapa do processo seja ética, personalizada e sustentável."


“Cuidar de pessoas com dor crônica, promovendo a percepção de autonomia, pertencimento e justiça, por meio de avaliações aprofundadas, atendimento planejado e decisões baseadas nas melhores evidências disponíveis, garantindo que cada etapa do processo seja ética, personalizada e sustentável.” (MISSÃO)


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1. Valores Centrais

Com base no que você já trouxe, sugiro estes valores centrais para seu negócio:

  • Ética: Todas as ações, decisões e comunicações são pautadas por integridade e compromisso com o melhor para o paciente.

  • Ciência: Atuação guiada pelas melhores evidências disponíveis, atualização contínua e combate a práticas sem respaldo científico.

  • Humanização: O paciente é tratado como indivíduo, com escuta ativa, empatia e respeito à sua história e necessidades.

  • Autonomia: O paciente participa ativamente das decisões sobre seu tratamento, desenvolvendo autoconhecimento e protagonismo no processo.

  • Justiça: Atendimento com foco em equidade e respeito, tornando o cuidado acessível e justo.

  • Personalização: Avaliação e planejamento detalhados, com soluções pensadas para cada pessoa.

  • Sustentabilidade: Compromisso em oferecer resultados duradouros e cuidado que não onere o paciente desnecessariamente.

2. Diferenciais

Sugestão para os seus diferenciais (com base nas suas respostas):

  • Avaliação clínica minuciosa, longa e sem pressa, classificando subtipos e categorias de dor crônica.

  • Atendimento no estilo “slow care”: calma, acolhimento e foco na experiência individual.

  • Planejamento financeiro flexível, respeito ao tempo e ao orçamento do paciente.

  • Abordagem baseada em decisão compartilhada: paciente e profissional constroem juntos a jornada de cuidado.

  • Atuação interdisciplinar indireta: rede de encaminhamentos qualificados e integração com outros especialistas.

  • Atualização constante e compromisso com a prática baseada em evidências.

  • Acesso amplo: atende desde adolescentes até idosos, sem restrições de sexo ou subtipos de dor.


3. Posicionamento

Sugestão de posicionamento para seu negócio:

  • Como quero ser percebido:
    Referência nacional em cuidado não farmacológico das dores crônicas, reconhecido pela ética, ciência sólida e humanização.

  • Linguagem e imagem:
    Linguagem simples, clara, didática, sem promessas milagrosas. Imagem de autoridade tranquila, acolhedora e confiável.

  • Reputação desejada:
    Profissional que transforma o modo de cuidar da dor crônica, combatendo o charlatanismo e tornando o autocuidado viável, acessível e embasado.

  • Público que quero atrair:
    Pessoas que valorizam ciência, ética e cuidado humanizado. Quem busca solução honesta, com resultados sustentáveis, seja qual for a categoria de dor.

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[ETAPA 4] – Modelo de Negócios e Receitas (com diferencial Usecore)


1. Avaliação Inicial Avulsa
Consulta longa e minuciosa, sem tempo fixo, documentada de forma detalhada no sistema Usecore.

O paciente recebe um relatório completo, com indicadores validados internacionalmente (intensidade da dor, incapacidade, qualidade de vida, entre outros), tudo apresentado de forma clara e transparente.

O sistema Usecore oferece total segurança de dados, em conformidade com a LGPD, assegurando ética e confidencialidade no tratamento das informações.

2. Micro-pacotes de Acompanhamento
Após a avaliação, o paciente pode adquirir pacotes de acompanhamento:

4 sessões (inicial, suficiente para o básico do controle)

8 sessões (acompanhamento mais próximo, resultados mais sustentáveis)

12 sessões (linha de cuidados premium, para monitoramento completo e evolução detalhada)

Todos os encontros são documentados no Usecore, permitindo ao paciente acompanhar sua evolução clínica de forma visual e transparente.

É possível fazer upgrades entre pacotes, pagando apenas a diferença proporcional.

3. Formas de Pagamento
Pix (sem taxas para o profissional)

Boleto bancário (à vista ou parcelado, com taxas repassadas ao paciente)

Cartão de crédito (parcelado, taxas repassadas ao paciente)

Transparência total nos valores, sem surpresas ou cobranças ocultas.

4. Foco em Valor e Resultados
Embora atualmente o modelo de receita seja por pacote de sessões, toda a experiência do paciente é orientada para a entrega de valor mensurável.

O paciente acompanha seus resultados através de documentação rigorosa e instrumentos validados internacionalmente, acessíveis sempre que desejar.

O compromisso com a saúde baseada em valor já está presente e, futuramente, o objetivo é migrar para o modelo de venda de tratamento completo (pagamento pelo processo/resultados, e não apenas por número de atendimentos).

Você possui formação específica no Usecore, o que prepara seu serviço para essa transição de modelo e consolida a entrega de valor real, mensurável e sustentável.

5. Capacidade e Rotina de Atendimento
Atendimento online no período da tarde, com até 4 horários por dia, de segunda a sexta-feira (total de até 20 atendimentos semanais).

Pela manhã, mantém consultório presencial.

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1. Jornada do Cliente


A ideia aqui é desenhar a experiência do paciente desde o primeiro contato até o pós-venda, mostrando cada etapa, objetivo e sentimento esperado.

Sugestão de etapas para seu serviço:

Descoberta e Primeiro Contato

O paciente conhece seu serviço (Instagram, indicação, site, etc.).

Busca informações, sente segurança e clareza.

Entra em contato (direct, WhatsApp, formulário, etc.).

Pré-avaliação e Agendamento

Recebe explicações transparentes sobre o processo, valores, diferenciais e LGPD.

Escolhe a melhor forma de agendamento e pagamento.

Recebe instruções preparatórias para a avaliação.

Avaliação Inicial Detalhada

Atendimento humanizado, sem pressa, documentado pelo Usecore.

Identificação precisa das dores, histórico, expectativas e particularidades.

Paciente sente-se acolhido, respeitado e protagonista.

Entrega de Relatório e Proposta de Cuidado

Relatório claro com indicadores objetivos (dor, incapacidade, qualidade de vida), apresentado ao paciente.

Debate sobre as opções de tratamento (micro-pacotes), com decisão compartilhada.

Acompanhamento nos Pacotes

Sessões planejadas, focadas na autonomia do paciente.

Toda evolução registrada e apresentada de forma visual e transparente.

Comunicação aberta para dúvidas e ajustes.

Reavaliação e Encerramento

Nova análise de indicadores.

Discussão sobre manutenção, prevenção e possíveis necessidades futuras.

Pós-venda e Relacionamento Contínuo

Envio de conteúdos, dicas, check-ins periódicos.

Disponibilidade para retorno em caso de necessidade.

Solicitação de feedback e avaliação da experiência.

2. Proposta de Valor Clara

Perguntas para te ajudar a construir a proposta:

Por que o paciente deve escolher sua empresa?

Como você garante confiança, acolhimento e resultados?

Exemplo de texto, adaptado ao seu perfil:

“Oferecemos um atendimento único para pessoas com dor crônica: avaliação profunda, sem pressa, baseada em ciência de alta qualidade e em total respeito à individualidade do paciente.

Com tecnologia Usecore, toda a evolução é documentada de forma segura e transparente, permitindo ao paciente acompanhar de perto seus resultados.

Nosso compromisso é garantir autonomia, pertencimento e justiça — entregando valor real, com ética, acolhimento e decisões compartilhadas. Aqui, cada paciente é protagonista do seu cuidado, com acesso a orientação clara, personalizada e sustentável.”

Resposta:







































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