Postagens

Mostrando postagens de dezembro, 2024

Terney & Paulus 2008 - tRNS

 TERNEY, Daniella; CHAIEB, Leila; MOLIADZE, Vera; ANTAL, Andrea; PAULUS, Walter. Increasing Human Brain Excitability by Transcranial High-Frequency Random Noise Stimulation. The Journal of Neuroscience , v. 28, n. 52, p. 14147–14155, 2008. DOI: 10.1523/JNEUROSCI.4248-08.2008. O estudo descrito no artigo é experimental e exploratório, com o objetivo de avaliar os efeitos da estimulação elétrica por ruído aleatório transcraniano (tRNS) na excitabilidade cortical. Características específicas mencionadas no artigo: Controle por placebo: O estudo incluiu condições de estimulação "sham" (falsa) como controle, simulando a aplicação de tRNS para comparar os resultados com a estimulação ativa. Randomização: Os participantes foram expostos às condições de estimulação ativa e "sham" em uma ordem randomizada. Cegamento: Os participantes foram cegados quanto às condições de estimulação, pois a condição "sham" foi configurada para imitar a experiência de uma estimula...

Stampa 2019 - TENS Bexiga TRM

STAMPAS, Argyrios et al. Safety, Feasibility, and Efficacy of Transcutaneous Tibial Nerve Stimulation in Acute Spinal Cord Injury Neurogenic Bladder: A Randomized Control Pilot Trial. Neuromodulation: Technology at the Neural Interface , [s. l.], 2018. DOI: 10.1111/ner.12855. O estudo descrito no artigo é do tipo randomizado e segue um desenho de ensaio clínico piloto controlado . Especificamente, ele utilizou: Randomização: Os participantes foram alocados de forma randomizada em dois grupos (TTNS e controle) em uma proporção de 2:1, com randomização estratificada para distribuir igualmente pacientes com bexiga arreflexa entre os grupos. Duplo-Cego: Tanto os participantes quanto o investigador principal foram cegados quanto à alocação nos grupos (tratamento ou controle). Controle por Placebo: O grupo controle recebeu estimulação "sham" (simulada), na qual os eletrodos eram posicionados corretamente e ativados para verificar a flexão do dedo do pé, mas a intensidade da est...

Perrot 2019 - Outras Dores Musculoesqueléticas Crônicas Secundárias

  Checklist: Outras Dores Musculoesqueléticas Crônicas Secundárias Definição: Categorias residuais de dores musculoesqueléticas crônicas secundárias que não se enquadram nas subcategorias principais de inflamação, alterações estruturais ou doenças do sistema nervoso. Inclui diagnósticos específicos não representados individualmente e casos com informações insuficientes para classificação específica. 1. Critérios de Inclusão Origem da Dor Musculoesquelética: Dor crônica (≥3 meses) localizada em articulações, músculos, ossos, tendões ou tecidos moles. Causa Secundária Não Abrangida pelas Categorias Principais: Dor atribuída a fatores além de inflamação, alterações estruturais ou doenças do sistema nervoso. Especificidade do Diagnóstico: Casos onde a dor musculoesquelética crônica secundária possui uma causa específica não listada individualmente na classificação principal. Falta de Informação Detalhada: Casos onde há pouca ou nenhuma informação disponível para uma classificação e...

Perrot 2019 - Dor Musculoesquelética Crônica Secundária Associada a Doença Neurológica Periférica

  Checklist: Dor Musculoesquelética Crônica Secundária Associada a Doença Neurológica Periférica Definição: Dor musculoesquelética crônica secundária associada a doenças neurológicas periféricas refere-se à dor persistente nas articulações e músculos resultante de alterações biomecânicas causadas pelo controle alterado do sistema nervoso. Essa dor não é diretamente atribuível à patogênese da doença neurológica em si, mas sim às disfunções motoras e sensoriais secundárias. 1. Critérios de Inclusão Origem da Dor Musculoesquelética: Dor crônica (≥3 meses) localizada em articulações, músculos ou ossos. Associação com Doença Neurológica Periférica: Diagnóstico confirmado de doença neurológica periférica. A dor não é diretamente causada pela patogênese da doença neurológica, mas por alterações biomecânicas secundárias. Mecanismo da Dor: Nociceptiva: Dor resultante da estimulação direta dos nociceptores devido a alterações biomecânicas. Pode ser espontânea ou induzida por movimento ....

Perrot 2019 - Dor Musculoesquelética Crônica Secundária Associada à Esclerose Múltipla

  Checklist: Dor Musculoesquelética Crônica Secundária Associada à Esclerose Múltipla Definição: Dor musculoesquelética crônica secundária associada à esclerose múltipla (EM) é a dor persistente experimentada principalmente em músculos e articulações. Essa dor surge de anormalidades posturais secundárias a distúrbios motores causados pela EM, e não é diretamente atribuída à patogênese da própria doença. Pode coexistir com dor neuropática, especialmente em casos de mielite inflamatória. 1. Critérios de Inclusão Origem da Dor Musculoesquelética: Dor crônica (≥3 meses) localizada em músculos e articulações. Associação com Esclerose Múltipla: Diagnóstico confirmado de qualquer tipo de esclerose múltipla. A dor não é diretamente causada pela patogênese da EM, mas sim por alterações biomecânicas secundárias aos distúrbios motores. Mecanismo da Dor: Nociceptiva: Dor resultante de estímulos nociceptivos devido a anormalidades posturais e biomecânicas. Pode ser espontânea ou induzida p...